Radares com inteligência artificial começam a operar no Sistema Anchieta‑Imigrantes
Tecnologia auxilia o monitoramento e identifica comportamentos de risco; sistema não autua diretamente e mantém validação humana e atuação da Polícia Militar Rodoviária

A concessionária Ecovias, responsável pela administração do Sistema Anchieta‑Imigrantes, iniciou a operação de radares equipados com inteligência artificial (IA) com o objetivo de reforçar o monitoramento do tráfego e identificar situações atípicas nas pistas. A tecnologia, segundo a empresa, já foi utilizada durante o período de Carnaval.
Como funciona o monitoramento com IA O sistema combina câmeras de alta resolução e algoritmos de IA para detectar potenciais comportamentos de risco. Entre os exemplos citados estão o uso de celular ao volante e o não uso de cinto de segurança, além do tradicional controle de velocidade.
IA não autua diretamente: validação humana permanece De acordo com as informações divulgadas, os equipamentos não podem autuar de forma automática. Os registros gerados pela IA passam por verificação de agentes de trânsito, garantindo validação antes de qualquer procedimento. A Polícia Militar Rodoviária segue como responsável pela checagem e emissão de multas, integrando os dados captados pelas câmeras à fiscalização tradicional.
Foco em segurança viária e gestão operacional A concessionária afirma que a tecnologia está sendo aplicada principalmente para monitoramento operacional e identificação de risco, com o objetivo de fortalecer a segurança viária, e não substituir a atuação humana na fiscalização.
Fluxo intenso reforça a relevância do sistema Durante o feriado de Carnaval de 2026, cerca de 318 mil veículos desceram para o litoral paulista pelo Sistema Anchieta‑Imigrantes, segundo a Ecovias, volume que reforça a importância de soluções para monitoramento e resposta rápida em corredores de alto fluxo.
O SETCOM reforça que soluções de monitoramento com IA podem ser um aliado relevante na gestão de risco e na segurança viária, desde que combinadas com governança, transparência e validação humana. Para empresas do TRC, é estratégico reforçar políticas internas de segurança (cinto, celular, condução defensiva) e utilizar dados de comportamento para reduzir sinistros, paradas e custos operacionais.
Para mais informações e orientações, entre em contato com o SETCOM.
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